Ainda estou aqui: “Faz 40 anos que a gente vem assistindo ao mesmo filme sobre a ditadura.”
Saindo da sala de cinema, depois de assistir a Ainda estou aqui (Salles, 2024), o amigo Renato Mendes disse: “Tenho a sensação de que faz
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Megalópolis (dir. Francis Ford Coppola, EUA, 2024, 2h 18m) é um filme megalomaníaco. Perdoem-me o trocadilho, mas é difícil evitá-lo. Não é o tipo de
O deslocamento do centro dinâmico da demanda agregada para o exterior e a desindustrialização – facetas inextrincáveis do processo de reversão neocolonial impulsionado pela inserção
Entre alguns povos amazônicos permanece a memória de um tempo em que todos os seres, humanos e não humanos, falavam uma mesma língua e podiam
No mês de novembro, veio à tona na imprensa a denúncia das pretensões golpistas de Jair Bolsonaro. Essas denúncias comprovaram duas coisas. Por um lado,
As ditaduras militares sul-americanas dos anos 1960-1980 não se distinguiram apenas por um grau muito maior de brutalidade do que as precedentes, mas também pela
II. A Construção de um Soft Power de Olhos de Amêndoas Em 2023, Giorgio Cuscito, 37, membro do conselho editorial e colaborador de “Limes, rivista
Sim, eu sei que o título parece tabuada ou resultado de jogo de futebol. Mas a ninguém escapa hoje do que falamos quando mencionamos 6
Michel Goulart da Silva No mês de outubro, celebra-se o centenário de publicação do primeiro manifesto surrealista. Em uma das passagens desse documento, o poeta
Aquele que se ajoelha diante do fato consumadonão é capaz de enfrentar o futuro.Leon Trotsky 1 – O Brasil no pós-segundo turno das eleições municipais